“Há dois mil anos” de Emmanuel
Poema extraído do livro Há Dois Mil Anos, dedicado por Públio Lentulus (reencarnação anterior de Emmanuel, em Roma) à sua esposa, Lívia.
Poema que dedico também à minha alma gémea, onde quer que ela esteja, para que sinta o raio de amor que lhe envio.
Alma gêmea da minhalma
Alma gêmea da minhalma,
Flor de luz da minha vida,
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão!...
Quando eu errava no mundo,
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na bênção dos deuses,
Na divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!...
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque sou tua esperança,
Como és todo o meu amor!
Alma gêmea da minhalma,
Se eu te perder, algum dia,
Serei a escura agonia
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares,
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus.
