O dia D
Meus irmãos, façamos de hoje o nosso Dia D.
Marquemos este dia como o dia da nossa mudança, enquanto ainda temos tempo.
Hoje quero falar-vos sobre o amor e sobre amar, não sobre julgar.
Cada vez que julgamos, caminhamos no sentido oposto ao do amor. Estamos a recuar para antes da vinda de Jesus, pois Ele alertou-nos, muitas e muitas vezes, para isso: não julgar.
O amor, a energia mais poderosa do Universo, é a causa da nossa existência e da nossa evolução.
Meus irmãos, hoje façam um pequeno exercício e peçam a ajuda dos vossos mentores. É muito simples: cada pessoa que virem, com quem se cruzarem ou em quem pensarem, procurem pensar apenas nas suas qualidades e amem essa pessoa, não com os lábios, mas com o coração.
Amem também os animais. Olhem para eles com carinho e amor, pois também são criação do nosso Pai e, por isso mesmo, fazem parte da Sua obra divina.
Amem igualmente a natureza, no seu esplendor, na sua complexidade e na sua simplicidade, pois, não sendo o início da criação, é o princípio da humanidade na grandiosa obra que o Pai fez, faz e fará sempre.
Amem, sobretudo, onde houver mágoa, onde houver discórdia e onde houver irmãos que vos sejam antipáticos. Especialmente esses, pois amar quem já amamos não tem mérito, nem nos proporciona a experiência da verdadeira vivência do amor e da evolução.
Esses irmãos que tantas vezes colocamos de lado são, simplesmente, uma criação de Deus e, portanto, uma obra divina. Como Deus não erra e tudo sabe, se questionarmos os nossos irmãos que ainda permanecem no lamaçal do mal, estaremos, na verdade, a colocar em dúvida a sabedoria e os desígnios do nosso Pai.
Será que podemos perguntar ao Pai se perdeu o poder, o controlo ou a sabedoria? Não.
Então, não sejamos hipócritas. Cinjamo-nos à nossa humilde condição de crianças que ainda gatinham e que ainda pouco sabem.
Confiemos simplesmente e amemos como Jesus nos ensinou. Amemo-nos uns aos outros como Ele nos amou.
É simples.
És capaz?
Faz um esforço!
